Voltando às postagens do Blog!

Voltando às postagens do Blog!

Saudações aventureiros!

Depois de um hiato considerável (desde novembro de 2016), estou voltando à postar no Blog. Nossos grupos de RPG continuaram na ativa, bem como continuamos postando sempre na Fanpage dos Cavaleiros lá no Facebook, mas o blog estava realmente parado por falta de tempo para continuar. Esse problema está resolvido! Continuar lendo “Voltando às postagens do Blog!”

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Debatendo D&D – Classes e Classes, ou como todas se resumem em 4 classes

Debatendo D&D – Classes e Classes, ou como todas se resumem em 4 classes

Saudações aventureiros!

Continuando nossa série sobre Dungeons and Dragons, hoje debatemos e retalhamos uma questão no design das edições de D&D, e que não fogem do cânone desse RPG: as Classes. Das minimalistas das edições mais antigas, até as mais versáteis e “OP”s, as classes são representações máximas dos conceitos dos jogos, logo após as raças.

Se quiser ver o debate anterior, volte um artigo e leia Debatendo D&D – Alinhamentos e Antecedentes: Antes e Depois, e como discernir.

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Debatendo D&D – Alinhamentos e Antecedentes: Antes e Depois, e como discernir.

Debatendo D&D – Alinhamentos e Antecedentes: Antes e Depois, e como discernir.

Saudações aventureiros!

Como explicado nessa postagem, vamos passar algumas semanas debatendo o Dungeons and Dragons, o 1º RPG e o mais cultuado dentre esses mais de 40 anos de existência, e em sua 5ª edição. Essas postagens são direcionadas aos jogadores novatos e veteranos, os novatos com suas dúvidas, e veteranos para debater e acrescentar. Fiquem a vontade para comentar e compartilhar em suas redes sociais. Começaremos analisando os Alinhamentos/Tendências, suas particularidades, e evoluções. Continuar lendo “Debatendo D&D – Alinhamentos e Antecedentes: Antes e Depois, e como discernir.”

Traga a Realidade para a Ficção, mas não faça o inverso!

Traga a Realidade para a Ficção, mas não faça o inverso!

Saudações aventureiros!

“O bárbaro rompe a porta, no qual vê um grande salão. Tapeçarias estampam as paredes, vários vasos no chão marmorizado, e logo a frente, um trono em madeira e ouro, esculpido com imagens de deuses que ele não conhece, serve de descanso para o homem robusto, vestido com uma capa, braçadeiras em ouro, e coroa adornada. Seminu, coberto por um grande manto de pele de leão, segura uma taça em formato de crânio, possivelmente prata, e aos seus pés, quatro mulheres nuas, somente vestindo tiaras de marfim e ouro, peles brancas e corpos perfeitos. Suas escravas ou esposas? O bárbaro não sabe. O rei, ignorando a maneira rude que o bárbaro entrou em sua sala, levanta a taça para seu campeão e diz: Sirva-se. Mulheres e bebidas para o herói que matou o monstro que atormentava meu reino.”

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A arte de “mestrar”, ou Manifesto da Narrativa em Grupo

A arte de “mestrar”, ou Manifesto da Narrativa em Grupo

Saudações Aventureiros!

Para quem joga os conhecidos “Jogos de Interpretação de Papeis”, ou simplesmente RPG na sua sigla em inglês, sabe que o ato de jogar não é simplesmente chutar a cara do monstro ou dizer que seu personagem é fodão e o Game Master/Dungeon Master – aqui chamado simplesmente de Mestre – não consegue matá-lo. Sabemos que RPG não é só isso, pelo menos não tão na cara assim. O que diferencia o simples fato de jogar RPG e jogar outros jogos é a diferença dada na palavra “jogar”, no qual tem diferentes interpretações semânticas ao estudar o RPG.

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